Acervo Digital da Revista VEJA!

imageVEJA só essa! Uma das maiores revistas semanais do Brasil agora On-line.

Clicando na imagem ao lado, você pode consultar todas as edições desde o lançamento da Revista em 11 de Setembro de 1969, isso mesmo mais de 40 anos de história.

Resultado de 12 meses de intenso trabalho, o projeto foi desenvolvido por VEJA em parceria com a Digital Pages, empresa responsável por estruturar a digitalização de cada uma das mais de 2 mil edições e convertê-las em revistas digitais.

Dado o porte do projeto, uma equipe de 30 pessoas foi montada para cuidar desde o desgrampeamento das edições impressas até a publicação dos quase nove milhões de arquivos que compõem o acervo.

“A idéia é democratizar o acesso à história recente do país e do mundo”, diz Yen Wen Shen, diretor da Veja.
“Essa iniciativa coloca VEJA ao lado dos maiores acervos digitais do mundo e em condição única no Brasil.”

A pagina é baseada em Flash Player e é meio pesadinha, mas vale a pena.

A Guerra Interior

A Guerra InteriorBela abordagem em quadrinhos de um tema muito profundo e interessante (clique na imagem para aumentar). Para quem não conhece, a fonte é o Bhagavad-Gita ou Canção de Deus. É um texto religioso hindu e faz parte do épico Maabárata, embora seja de composição mais recente que o todo deste livro. Na versão que o inclui, o Maabárata é datado no Século IV a.C..

O texto, escrito em sânscrito, relata o diálogo de Críxena (uma das encarnações de Vixnu) com Arjuna (seu discípulo guerreiro) em pleno campo de batalha. Arjuna representa o papel de uma alma confusa sobre seu dever, e recebe iluminação diretamente do Senhor Krishna, que o instrui na ciência da auto-realização. No desenrolar da conversa são colocados pontos importantes da filosofia indiana, que incluía já na época elementos do bramanismo e do Sankhya. A obra é uma das principais escrituras sagradas da cultura da Índia, e compõe a principal obra da religião Vaishnava, popularmente conhecida como movimento Hare Krishna e difundida a partir de 1965 no ocidente por Bhaktivedanta Swami Prabhupada.

A obra foi traduzida e comentada pelo erudito indiano, dando origem ao Bhagavad-Gita - Como ele é, contendo os principais ensinamentos da dogmática vaishnava e instruções do serviço devocional a Críxena segundo os preceitos da Sociedade Internacional pela Consciência Krishna, a ISKCON. Nestes preceitos, o livro apresenta a ciência da auto-realização e da consciência em Críxena através do serviço devocional e da bhakti-yoga.

O Bagavadguitá é a essência do conhecimento védico da Índia e um dos maiores clássicos de filosofia e espiritualidade do mundo. A filosofia perene do Bagavadguitá tem intrigado a mente de quase todos os grandes pensadores da humanidade, tendo influenciado de maneira decisiva inúmeros movimentos espiritualistas.

Sócrates e seus três filtros

os_três_filtros Então, sabe aquela fofoquinha na hora do café? Use os Três Filtros na próxima vez…

CLIQUE NA MAGEM PARA AUMENTAR!!!

 

Por falar em Fofoquinha, perguntaram para o gago:

- Gosta de Fofoca?

Ao que ele respondeu:

- Não! Prefiro Pi-pi-pingüim…

Muito mais VIRADA do que CULTURAL!!!

sujeira-cultural1 Pois bem, eis que se foi mais uma VIRADA CULTURAL… A sensação que tenho depois desta maratona de apresentações, shows, empurra-empurra, fila nos banheiros químicos, brigas etc… é que cada vez mais nos Viramos e cada vez menos acontece a Cultura.

Vejam só, cultura, enquanto “cultus” ou “cultivo” de valores, definitivamente não era o foco!

Arnaldo Antunes – Iê, Iê, Iê

ArnaldoAntunes-IeIeIe-2009_musicasocial Em rítimo de Virada Cultural, veja a programação aqui, o Disco Comentado desta semana será do ex-Titã Arnaldo Antunes.

Lá nos primórdios, o Titãs chamava-se Titãs do Iê, Iê, neste mesmo contexto, nosso amigo de voz gutural, resolveu fazer um disco temático que retomasse essa onda iniciada a cinco décadas e que ganhou notoriedade mundial através do Beatles. A onda do “Iê, Iê, Iê”…

Iê, iê, iê não está no dicionário mas todo mundo sabe o que significa. É interessante reparar que não trata-se apenas de música, é uma onda cultural e popular em diversos níveis artísticos, quadrinhos, moda, cinema, etc. E logo na capa a proposta fica bem clara.

A musica tema do disco é bem animada com letra humorada.e satírica.

Seguida por “A Casa é Sua”, muito gostosinha de ouvir ,com um clima um pouco mais calmo e uma letra muito interessante, os trocadinhos do compositor aparecem logo de cara: “Não me falta cadeira, não me falta sofá, só falta você sentada na sala, só falta você estar”… esse “estar” é o da sala de estar.

A corda de Paganini

paganini Era uma vez um grande violinista chamado PAGANINI.

Alguns diziam que ele era muito estranho. Outros, que era sobrenatural.

As notas mágicas que saíam de seu violino tinham um som diferente, por isso ninguém queria perder a oportunidade de ver seu espetáculo.

Certa noite, o camarote de um auditório, repleto de admiradores, estava preparado para recebê-lo. A orquestra entrou e foi aplaudida. O maestro foi ovacionado, mas quando a figura do Paganini surgiu, triunfante, o público delirou.

Paganini coloca seu violino no ombro e o que se escuta é indescritível.

Breves e semibreves, fusas e semifusas, colcheias e semicolcheias parecem ter asas e voar com o toque de seus dedos encantados.

De repente, um som estranho interrompe a distração da platéia.

Quem é você?

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Folheto_Maio_Jun_2010_VERSO

descubra-4 Se te perguntarem: Quem é  você? O que você diria?
Talvez o resto de nossa vida dependa dessa resposta...
Conheça o que é a "Filosofia à Maneira Clássica".


Abertura de turma

Quinta-feira 06 de maio às 20h00
Quinta-feira17 de junho às 10h00

 

Inscrições: 3167 1030 –  novedejulho@nova-acropole.org.br
Nova Acrópole Nove de Julho
Av. Nove de Julho, 2992
Jardim Paulista – São Paulo, SP
www.nova-acropole.org.br

Não se fazem mais gatos como antigamente…

Pô, mas que gato mole!!!

A Gaivota vai, literalmente debaixo de seu bigode, rouba sua comida e ele não faz nada… Quando você pensa que ela está satisfeita, adivinha???

Origem do Dia das Mães

dinheiro Na verdade, o Dia das Mães não tem uma origem comercial. Desde a Grécia Antiga, havia celebrações na entrada da primavera, em homenagem a Reia, mãe de Zeus e considerada matriarca de todos os deuses. Mas essa festa ancestral se perdeu, e o Dia das Mães atual só surgiu no início do século passado, nos Estados Unidos, como homenagem às mulheres que perderam os filhos na Guerra Civil americana. A americana Anna Jarvis conseguiu oficializar primeiro o feriado em sua cidade, Webster, depois no estado de Virginia Ocidental e, em 1914, o feriado se tornou nacional em todo o país. No Brasil, a data começou a ser comemorada sob influência americana – foi introduzida pela Associação Cristã de Moços (ACM) em 1918 – e, em 1932, foi oficializada pelo presidente Getúlio Vargas. Só em 1949 a data ficou mais comercial, quando rolaram propagandas para aumentar as vendas. Outros feriados que têm uma origem “nobre” fora do Brasil e aqui têm caráter mais comercial são o Dia dos Namorados, Dia das Crianças e o Dia dos Pais.

FELI$ DIA DAS MÃE$
Comércio fatura mais no Natal e Dia das Mães

NATAL


Data no Brasil: 25 de dezembro
Data em outros lugares do mundo: 25 de dezembro
Porcentagem comercial*: 11,3%
Como surgiu: O nascimento de Jesus só foi oficializado no dia 25 de dezembro no século 4. Antes, essa data era a comemoração do deus persa Mitra luz. Para aproveitar a festividade que já existia, a igreja trocou uma comemoração por outra
VENDAS: Em 2008, as vendas do Natal fizeram com que o comércio em dezembro faturasse 32% a mais que novembro – só as vendas de vestuário, tecidos e calçados subiram 87%

A ALMA DA MULHER - Delia Steinberg Guzmán

Alma de Mulher Aproveitando que o Discos Comentados desta semana tratou de assunto tão belo, e que amanhã é dia de lembrar nossas tão queridas Mamães, segue um texto muito profundo e acalentador sobre a alma feminina. Talvez essa seja a resposta que Tom Zé buscava em seu disco/opereta Estudando o Pagode.

Acompanhem e tenham um bom domingo repleto de aconchego materno.

A ALMA DA MULHER

Queremos fazer uma interessante e profunda reflexão que, como pequenas pinceladas, nos permita conhecer, compreender e valorizar o mundo feminino.

Vivemos uma grande luta de reivindicações para que as mulheres possam ocupar um lugar digno na sociedade. Mas, se a mulher tem que conquistar um papel na sociedade, é simplesmente uma conquista ou uma reconquista?